terça-feira, 31 de agosto de 2010

Transando com o amigo do meu marido

Sou a Viviane, loirinha, magra, tenho 29 anos e sou casada. Meu marido foi e continua sendo o grande amor da minha vida. Ele se chama Paulo e tem 35 anos. É alto, moreno, forte, e me come tão gostoso que, desde que nós nos casamos, nunca tive vontade de dar para outro homem. É claro que fui uma verdadeira putinha quando eu era solteira. Dei a boceta com vontade mesmo e gozei nas picas de muitos homens safados e gostosos. Eu sabia que quando me casasse eu teria que me contentar apenas com o meu esposo. E estive muito feliz com isso, até surgir a experiência que vou lhes contar agora.

Dia desses eu estava na cama com meu marido e ele começou a me falar de um de seus amigos. Ele disse que, em uma de suas conversas, este amigo lhe confidenciou que tinha um problema muito sério: não conseguia de forma alguma gozar dentro de sua mulher. Ele metia por horas e conseguia fazê-la ter vários orgasmos. Mas ele mesmo só gozava quando tirava o pau e batia uma punheta.
Caí na gargalhada. - Ei, isso é sério! - disse meu marido tentando dar seriedade à situação.
- Então o melhor é ele experimentar em outra mulher. De repente funciona - disse eu ainda rindo.
- Engraçado - disse o Paulo - Eu disse a ele a mesma coisa!
- E ele? O que disse? - perguntei curiosa.
- Ele me disse que já pensou no assunto. E o interessante é que ele me disse que não se importaria se sua mulher fizesse o mesmo com outro homem - disse meu marido pensativo.
- E eu conheço esse seu amigo? - perguntei cada vez mais interessada no rumo da nossa conversa.
- Sim. Você o encontrou semana passada no banco. É o Fábio. Ele é o gerente das contas jurídicas. É aquele cara alto e loiro que trabalha na mesa ao lado da minha.

Sim. Eu me lembrava dele. Eu vi o Fábio quando fui ao banco pegar uns documentos com meu marido. Ele me notou de imediato e veio até a mesa do Paulo. Meu marido então me apresentou a ele. Ele devia ter aproximadamente uns 32 anos. Além de bonito ele era muito cheiroso e tinha uma conversa muito agradável. Não pude deixar de notar como ele me comeu com os olhos. Parecia que estava me despindo dos pés à cabeça.

- E a mulher dele? Você a conhece? - perguntei ao meu marido. Aquela conversa estava me deixando excitada. Comecei a imaginar como seria gostoso ser fodida por um pau que demora a amolecer e não diminui de tamanho e minha calcinha já estava ficando molhadinha. Passei a mão na pica do meu marido e notei como ela estava dura. Aquela conversa o estava deixando com tesão também.
- Ele apresentou ela a mim uns dois dias atrás. É muito bonita e tem um corpinho delicioso. É claro que o corpinho da minha mulherzinha é muito mais gostoso - disse meu marido me puxando para cima dele. Dei um beijo bem gostoso em sua boca.
- Bobinho, já entendi tudo - disse eu rindo - Ele quer me comer e apresentou a mulher dele a você para ver se você se interessa em comer ela também.
- Pôrra! Caí igual um patinho! É isso mesmo que aquele safado quer! - disse meu marido rindo e tirando minha blusa. Em seguida desabotoou meu sutiã e o tirou lentamente. Meu seios lindos saltaram diante dos olhos dele.

- Você gostaria de comer a mulher dele? - perguntei desabotoando sua camisa.
- E quem não gostaria de foder uma delicia daquelas? - respondeu meu marido, levantando um pouco o corpo para que eu tirasse sua bermuda e cueca.
- Eu também não me importaria de dar para ele - respondi dando um beijo na barriga do meu marido. Fiquei com receio da reação dele. Era a primeira vez que tínhamos uma conversa assim.
- Não mesmo? - ele perguntou.
- Sério! Desde que você não se importe, é claro! - disse eu aproximando minha boca do pau dele e me preparando para dar uma mamada do jeito que ele gosta.
- E você vai me deixar comer a mulher dele? - perguntou meu marido no exato momento que abri meus lábios e deslizei minha boca quentinha no pau dele.
- Claro que deixo, amor! Mas não pode se apaixonar por ela. Promete?
- Prometo, minha lindinha! Agora vem! Esta conversa me deixou louco de tesão - disse meu marido tirando minha calcinha lentamente e revelando minha boceta pequena e bem depilada, exatamente do jeito que ele sempre gostou.

Como já era de se esperar, meu marido me fodeu muito nessa noite. Depois de tirar minha calcinha ele me arrastou para a beirada da cama, se agachou entre minhas pernas e deu umas lambidas bem gostosas na minha boceta e no meu cú. Em seguida, ainda na beirada da cama, pediu para eu abrir minhas pernas e segurá-las, de forma a expor bem a minha xoxotinha. Ele então pincelou sua pica no meu grelhinho durinho e lentamente me penetrou com seu pau duro com rocha.
- Ahhhhhhhhhh, Paulo! Mete, queridoooooo! - deixei escapar ao sentir sua rôla me encher todinha. Cada vez que ele me come eu sinto minha xaninha ir se abrindo aos poucos, se ajustando ao pau dele, bem apertadinha, como se ainda fosse a minha primeira vez.
- Adoro quando você aperta meu pau com essa bocetinha gostosa - disse ele no meu ouvido e se deitando em cima de mim. Foi o bastante para rebolar meu corpo debaixo dele e gozar, gemendo bem alto e com lágrimas nos olhos de tanto tesão. Eu amo meu homem e a forma como ele come minha boceta.

- Deite-se de barriga para baixo - pediu meu marido. Obedeci de imediato, tentando manter minha bunda bem empinadinha. Ele então aproximou as mãos da minha bunda, me abriu todinha e cuspiu no meu cuzinho, dando uma lambida em seguida. Eu já sabia o que vinha. Apenas fechei os olhos e relaxei. Ele se deitou em cima das minhas costas e senti seu pau delicioso deslizar lentamente no meu cuzinho apertadinho. - Uiiii! Que deliciaaaaaaaaaaaaaaa! - gemi ajeitando minha bunda de forma a permitir uma penetração bem profunda.
- Pôrraaaaa, que buraquinho gostoso, Viviane! - gritou meu marido, dando umas bombadas bem fortes e deixando escapar jatos de esperma quentinho bem no fundo do meu buraquinho. Eu tinha quase certeza que ele pensou na mulher do Fábio enquanto comia minha bunda. Mas não me importei. Eu sei o quanto ele me ama e estava decidida a ir em frente. Eu já estava me imaginando cavalgando a pica do Fábio e isso me deixou cheia de tesão para mais uma rodada com meu marido.

No final de semana seguinte meu marido convidou o Fábio e sua mulher para jantar com a gente. Como temos uma filhinha, pedi à minha mãe que a levasse para sua casa. O final de semana prometia e eu não queria interrupções. Tão logo chegaram, o Fábio já me olhava com olhos gulosos e o meu marido fazia o mesmo com a Marina, a mulher do Fábio. Ela era realmente uma mulher muito gostosa. Aparentava uns 24 anos, morena, de curvas bem desenhadas e lábios carnudos. Durante todo o jantar eu já imaginava o meu marido comendo a bunda daquela mulher lindíssima. Eu me diverti muito observando todos à mesa. O Fábio contando os minutos para me comer, meu marido louco de vontade de agarrar logo a Marina. A Marina piscando para meu marido o tempo todo e eu, com minha bocetinha cada vez mais molhadinha, louca de vontade de sentir a piroca do Fábio bem fundo em mim, me levando às alturas.

Após o jantar fomos para a sala de TV. Depois de um tempo conversando e bebendo o Fábio se aproximou de mim, na frente do meu marido, e me tascou um beijo na boca. Em seguida me agarrou por trás e apertou meus peitos por cima da minha blusa.
- Estes seios estão me deixando doido, Viviane! - disse ele me dando um beijo no pescoço e me encoxando. Pude sentir seu pau duro roçar minha bunda - Paulo, não poupe a minha mulher porque eu vou exigir o máximo da sua - completou ele olhando para o meu marido.
- Fique à vontade, Fábio! Eu também não vou fazer cerimônia com a sua! - respondeu meu marido. A Marina apenas sorria de satisfação. Pude ver que ela estava adorando a situação.

Como tínhamos combinado de ficar em quartos separados para não nos sentirmos inibidos, meu marido apenas disse "Até amanhã!" para mim e para o Fábio e desapareceu com a Marina para o quarto de hóspedes. Eu, por minha vez, ia dar para o Fábio em nosso quarto de casal mesmo, ou seja, outro homem ia me comer na cama do meu marido. Essa idéia me fascinava e tive arrepios de prazer quando o Fábio me pegou no colo e me levou para o quarto. Combinamos que cada casal teria a noite inteira para se curtir e só voltaríamos a nos encontrar no dia seguinte.

Tranquei a porta do quarto e parti para cima do Fábio. O cheiro daquele homem gostoso estava me deixando louca de tesão. Ele me abraçou bem forte e beijou minha boca, pescoço e nuca. Eu praticamente rebolava nos braços dele, me contorcendo toda ao toque de suas mãos macias e atrevidas. Finalmente ele se sentou na cama e pediu que eu me despisse para ele ver, bem vagarosamente. Fiz como ele mandou. Lentamente tirei minha blusa e sutiã. Depois tirei minha calça, ficando só de calcinha. Ele me puxou e beijou minha barriga carinhosamente, apertando minha boceta por cima da minha calcinha molhadinha com uma das mãos.
- Chupa meus peitinhos, gatinho safado! - falei e me inclinei um pouco para a frente. Soltei um gritinho quando a boca dele encostou nos biquinhos durinhos das minhas peitocas. Em seguida me ajoelhei no carpete e pedi que ele ficasse em pé. Ele atendeu meu pedido de imediato. Abri sua calça, abaixei sua cueca e vi, deslumbrada, aquela pica deliciosa na altura da minha boca.
- Chupa, Viviane! É todinho seu agora! - disse ele colocando as mãos nos meus ombros e gemendo de tesão quando abri minha boca e engoli metade do seu cacete. Como foi gostoso sentir aquele cacete ir crescendo cada vez mais dentro da minha boquinha quentinha.

Depois de mamar na pica do Fábio por uns minutos ele pediu que eu me deitasse na cama, de barriga para cima. Gentilmente ele se posicionou entre minhas pernas e beijou e lambeu minhas coxas. Eu fiquei toda arrepiada quando o rosto dele chegou na minha calcinha e ficou cheirando minha boceta por cima do tecido. Em seguida ele tirou minha calcinha (a esta altura com o fundo já todo molhadinho) e deu umas lambidas bem gostosas na minha xaninha.
- Vou deixar você doidinha de tesão, lindinha - disse ele chupando meu grelinho durinho.
- Ahhhhhhhhhhhhhh! Que delícia de lingua! Enfia seus dedos em mim, enfiaaaaaa! - gritei quando ele concentrou a boca no meu grelo e enfiou dois dedos atrevidos bem fundo na minha boceta.
- Me come, Fábio! Me dá sua pica agoraaaaa, amor! Vem! - pedi não aguentando mais de tanto tesão.

- Como você quer? - perguntou ele mordiscando os biquinhos dos meus seios.
- Quero ficar por cima - respondi.
- Ele então se deitou de barriga para cima e ajeitou a cabeça em um dos travesseiros. Fui por cima dele, procurando a melhor posição para receber aquele pau duro bem fundo em mim. Quando montei nele, deixar escapar gemidos de tesão ao sentir seu pênis grande e duro deslizar para dentro de mim lentamente. Ele então me abraçou fortemente, repousando minha cabeça em seu ombro. Em seguida eu perdi a noção do tempo quando ele colocou as duas mãos na minha bunda e puxou minha pélvis de encontro à dele muitas vezes seguidas, com força e muito rapidamente.
- Ahhhhh! Meu deus! Como é bom! - eu dizia no ouvido dele, sentindo seu pau cada vez maior e mais duro entrando e saindo da minha xoxotinha em uma velocidade incrível.
- Estou gozandoooooooo! Não páraaaaaa! Ahhhhhhhhhhh! - minha voz ficou rouca quando gozei no pau dele e fiquei quietinha, com a cabeça em seu peito. Ele me abraçou e me beijou como se eu fosse sua mulherzinha.
- Viviane, que delícia de boceta você tem, minha querida! O Paulo é realmente um cara de sorte - disse ele movimentando a pica dentro da minha xoxotinha toda meladinha.

- Eu quero mais, lindinho! - disse eu depois de uns minutos de descanso. A pica dele, claro, continuava dura, fora da minha boceta mas roçando minhas coxas - só espere eu fazer xixi rapidinho.
- Tudo bem! Depois do xixi traga uma cerveja para mim. Fiquei com sede - disse ele se esparramando na cama, de barriga para cima.
Fui ao banheiro, fiz xixi, lavei minha petequinha, retoquei minha maquiagem e segui para a cozinha para pegar uma cerveja para a gente. Enquanto eu passava pelo corredor não pude conter minha curiosidade. Eu tinha que saber o que meu marido estava fazendo com a Marina.
- Me fode, seu cachorro! Fode essa cadelinha no cio! - ouvi a Marina gritar quando encostei meu ouvido na porta do quarto de hóspedes.
- É isso que somos mesmo. Duas cadelas no cio. E vamos aproveitar muito bem esta noite - pensei enquanto voltava para o Fábio nas pontas dos pés. Parecia que a Marina estava dando ao Paulo todo o prazer que ele merecia.

Voltei para o quarto com a cerveja e a usamos para brincar um pouco. Eu colocava um pouco de cerveja na minha boca e o Fábio bebia diretamente nos meus lábios. Depois ele fazia o mesmo e era a minha vez de beijar os lábios daquele homem delicioso. Depois de mais alguns minutos de namoro eu fiquei de quatro na cama e me preparei para mais uma foda gostosa.
- Vem, amor! Me come mais um pouco com esse pau gostoso! - disse eu ficando bem empinadinha. Ele veio por trás de mim e beijou minhas costas, dando lambidinhas que me deixaram toda arrepiada. Em seguida ele foi descendo sua boca, até chegar na minha bunda. Eu sentia sua lingua atrevida percorrendo minha pele lentamente, dando beijinhos em toda a região perto do meu cuzinho e da minha xoxota. Finalmente ele juntou um pouco de cuspe na boca e cuspiu bem na entradinha da minha bocetinha já molhadinha.
- Mete, gato! Fode sua cachorrinha! - eu disse a ele no momento em que ele segurou firme na minha cintura e deslizou seu cacete para dentro da minha petequinha apertadinha.
- Ohhhhh! Como é bom te foder, Viviane - ele gemeu quando comecei a rebolar minha bunda e empurrar meu corpo de encontro ao dele, procurando uma penetração bem profunda. Eu estava tão meladinha que o pau dele deslizava dentro de mim suavamente. Primeiro bem devagar, depois aumentando o rítmo, às vezes tirando e enfiando o pau de uma só vez.
- Ahhhh! Assim eu vou gozar de novo, Fábio - falei rindo e me preparando para um orgasmo bem gostoso quando ele me agarrou bem forte e começou a falar umas besteiras no meu ouvido. Gozei com ele me chamando de putinha, safadinha e depravada. Eu simplesmente adorei.

Deixei meu corpo cair na cama e ele veio por cima, ficando um bom tempo parado em cima de mim.
- Caramba! Você é demais, Viviane! - disse ele - Há muito tempo eu não fodia eu mulher que tivesse tanto prazer em dar a boceta como você tem.
- Você gozou? - perguntei pensando que finalmente a gente ir poder dormir um pouco, agarradinhos.
- O que você acha? - perguntou ele rindo e pulsando o pau dentro de mim. O danado continuava duro dentro da minha boceta. Era óbvio que ele não tinha gozado ainda. Resolvi então lhe dar o presente da noite.

- Come meu rabinho agora - disse eu movimentando meu quadril até o pau dele sair de dentro de mim e eu sair de baixo dos seus quase 90kg. Ele rolou de lado e me olhou curioso.
- O que? Não entendi!
- Me enraba! Vem no meu cú agora! - respondi - Nunca enrabou sua mulher?
- Não. - respondeu ele para minha surpresa.
- Então hoje será seu grande dia, querido! Quero sentir essa pica bem fundo no meu cú! - disse eu ficando de ladinho, com as costas para ele e empinando um pouco minha bundinha. Em seguida passei a mão na boca e depois no meu cuzinho, deixando-o molhadinho de cuspe.
- Vem! Estou pronta! - disse eu colocando uma mão na minha bunda e me abrindo toda, de forma a facilitar a visualização do meu cuzinho. Ele veio por trás, beijou minha nuca carinhosamente e, com uma mão, posicionou a cabeça da rôla na entradinha do meu buraquinho. Como já sou acostumada com sexo anal ele não teve nenhuma dificuldade em me penetrar.
- Meu Deus! Como isso é bom! - disse ele no meu ouvido ao sentir meu cuzinho fazer uma leve pressão em seu pau, que a esta altura estava enfiado em mim até o talo.
- Está gostando mesmo? - perguntei.
- E como estou, Viviane! - respondeu ele colocando a mão nos meis seios e apertando-os levemente. Seu corpo agora estava coladinho ao meu e eu empinei a bunda mais ainda, para sentir o pau bem fundo a cada metida.

- Puta que pariu! Vou gozar! Ohhh...estou gozandooooooooo! - gritou ele com a boca colada na minha nuca, babando em mim como um louco. Seu pau me penetrou bem fundo e despejou uma enorme quantidade de pôrra bem quentinha no meu cú.
- Meu Deusss! Que delícia! - gemi me arrepiando toda, sentindo o esperma dele inundar meu ânus.
- Caramba! Que cuzinho gostoso! - o Fábio falava enquanto me apertava de encontro a seu corpo. Eu estava extasiada com aquele mastro enorme deslizando no meu cuzinho totalmente lubrificado de pôrra.

Era evidente o prazer que ele sentia. E eu também me senti feliz por ele. Consegui lhe dar um prazer que ele, até então, não conhecia. Por fim ele me abraçou carinhosamente por trás e ficamos quietinhos, com seu pau amolecendo dentro de mim aos poucos. Adormeci com ele beijando meus cabelos e dizendo que era o homem mais feliz do mundo.

Acordei assustada e totalmente perdida. Ele tinha me deitado de barriga para baixo, me arrastou para a beirada da cama, abriu levemente minhas pernas e estava novamente comendo meu cú. Suas duas mãos fortes abriam minha bunda, permitindo que ele visualizasse sua pica entrando e saindo do meu rabinho guloso. Me senti uma verdadeira putinha.
- Seu tarado! Me fode! Meu Deus!!!!!!!! - gritei quando ele começou a dar bombadas fortes e rápidas no meu rabinho.
- Vou gozarrrrr! Aiiiii! Fábioooooooo! - gemi descontrolada. Ele percebeu que eu ia gozar e deu uns tapas na minha bunda. Foi o que eu precisava. Me desmanchei em um dos orgasmos mais deliciosos que já tive em toda a minha vida. Ele veio em seguida. Mas não dentro do meu rabinho como da primeira vez. Em vez disso ele procurou meu rosto. Como um animal ele me agarrou pelos cabelos com uma mão e me fez girar, de forma a aproximar minha cabeça da beirada da cama. Em seguida punhetou o cacete por uns segundos e explodiu no meu rosto, jorrando esperma nos meus lábios, queixo, nariz, olhos e cabelos. Sorrindo eu abri minha boca e chupei o pau dele, engolindo todo o restinho daquela pôrra quentinha e deliciosa. Depois disso tomamos um banho juntos e dormimos agarradinhos.

- Oh, meu querido! Que bom! - disse a Marina para seu marido quando eu contei no dia seguinte que o Fábio tinha gozado dentro do meu rabo. Estávamos todos na cozinha, preparando o almoço e bebendo um pouco.
- Nunca imaginei que gozar dentro de uma mulher pudesse ser tão gostoso - disse o Fábio.
— Claro que é! — falou meu marido — E se for dentro da minha mulher, então é delicioso! Bem, a sua mulher também não deixa nada a desejar.
— Eu sei como ela é boa! — respondeu o Fábio sorrindo para mim.
— Eu também fui enrabada. E adorei! — disse a Marina dando um beijo na boca do meu marido.

O almoço ficou pronto e nos sentamos à mesa sempre conversando e rindo muito. E como todos gostamos da experiência, combinamos que iríamos repetí-la nesse mesmo dia à noite, mas de um modo diferente. Agora iríamos ficar todos juntos. Por dentro, eu já começava a dar asas à minha imaginação. Sempre desejara experimentar outra mulher mas nunca tivera coragem para tomar a iniciativa. Parecia que a hora tinha chegado.

Enviado por gata_loira [e-mail oculto]

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